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Como Avaliar a Anorexia Nervosa

 
Sendo a Anorexia Nervosa um transtorno de origem multifatorial, ela  necessita de avaliações e abordagens que contemplem os vários aspetos envolvidos em sua gênese e manutenção.
 
Assim, a aplicação de instrumentos para analisar as co-morbidades, a imagem corporal, a qualidade de vida e adequação social, além daqueles utilizados para o diagnóstico do transtorno, são de grande utilidade e fundamentais para a elaboração de estratégias de tratamento adequadas.
 
Há ainda muita controvérsia sobre os métodos mais adequados para a avaliação dos transtornos alimentares. De modo geral, é possível agrupar os instrumentos de avaliação em, pelo menos, quatro categorias: questionários auto-aplicáveis, entrevistas clínicas, automonitoração e avaliação comportamental em laboratório.
 
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Faça o Diagnóstico Correto da Anorexia

 
Uma pessoa com anorexia habitualmente pesa pelo menos 15% menos do que o esperado para a sua altura e idade. O diagnóstico passa por uma avaliação de fatores psicológicos e físicos.
 
Pode envolver uma avaliação da atitude da pessoa em relação ao peso, à alimentação, à dieta e às suas idéias em relação ao corpo.
 
O diagnóstico de anorexia nervosa pode ser difícil visto que a maioria das pessoas com esse problema negam que estão doentes e normalmente são levadas para tratamento por um familiar.
 
Além disso, a gravidade da anorexia varia de pessoa para pessoa. Uma pessoa com anorexia pode visitar o médico de família devido a sintomas como paragem da menstruação, dores abdominais, se sentir inchada ou prisão de ventre, mas só com um diagnóstico completo se conseguirá inciar o tratamento correto.
 
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O Tratamento Adequado da Bulimia Nervosa

 
Quando se decidir e tomar o passo certo para tratar sua bulimia nervosa, seu tratamento deve incluir esses itens:
 
- Tratamento psicológico
- Tratamento farmacológico
- Aconselhamento nutricional 
- Internamento em clínica da especialidade (em casos graves)

A grande maioria dos pacientes bulímicos deve ser tratada em nível ambulatorial, exceto nos casos onde o desequilíbrio metabólico exige uma intervenção mais intensiva. É interessante o tratamento ambulatorial pois, em geral, os pacientes são mulheres jovens estudantes ou com empregos, donas de casa e com filhos pequenos, onde o afastamento seria prejudicial.
 
Quando necessária, a internação ocorre por complicações associadas como, depressão com risco de suicídio, perda de peso acentuado com comprometimento do estado geral, hipopotassemia seguida de arritmia cardíaca.
 
Alguns autores preconizam a prescrição de um plano de alimentação regular. Um diário de alimentação, pensamentos, sentimentos e comportamentos experimentados em cada situação. Este diário deverá ser discutido com o paciente de forma tranqüila e franca.
 
A psicoterapia pode ser de linha cognitiva e/ou comportamental e deve ajudar o paciente no entendimento dos seus aspectos dinâmicos assim como orientá-lo em questões práticas, por exemplo, planejando antecipadamente os horários quanto às atividades e refeições; tentar comer acompanhado; não estocar alimentos em casa; pesars-e apenas na consulta médica, etc.
 
Os antidepressivos têm demonstrado maior eficácia na diminuição dos episódios bulímicos; esses incluem antidepressivos tricíclicos, ou ISRS (inibidores seletivos da recaptação da serotonina), como por exemplo a fluoxetina e a fluvoxamina, mesmo em ausência de depressão coexistente.
 

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Não adie o diagnóstico da Bulimia Nervosa

 
Muitas vezes, precisamos alguém a nosso lado que nos dê o apoio certo quando decidimos enveredar em direção à solução de um problema. Fale com uma pessoa em que tenha confiança para a acompanhar em seu caminho difícil. Seja forte e tome depois o primeiro passo importante.
 
Para fazer o diagnóstico de Bulimia Nervosa, seu médico vai usar alguns desses critérios como, episódios recorrentes de compulsão periódica, isto é, ingestão, dentro de um curto período de tempo (até 2 horas), de uma quantidade de comida muito maior do que o normal, acompanhada de um sentimento de falta de controle, comportamento compensatório para prevenir ganho de peso (vômitos auto-induzidos, uso de laxantes, diuréticos, enemas, medicações, jejuns, exercícios excessivos).
 
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