Showing posts with label bulimia nervosa. Show all posts
Showing posts with label bulimia nervosa. Show all posts

O Tratamento Adequado da Bulimia Nervosa

 
Quando se decidir e tomar o passo certo para tratar sua bulimia nervosa, seu tratamento deve incluir esses itens:
 
- Tratamento psicológico
- Tratamento farmacológico
- Aconselhamento nutricional 
- Internamento em clínica da especialidade (em casos graves)

A grande maioria dos pacientes bulímicos deve ser tratada em nível ambulatorial, exceto nos casos onde o desequilíbrio metabólico exige uma intervenção mais intensiva. É interessante o tratamento ambulatorial pois, em geral, os pacientes são mulheres jovens estudantes ou com empregos, donas de casa e com filhos pequenos, onde o afastamento seria prejudicial.
 
Quando necessária, a internação ocorre por complicações associadas como, depressão com risco de suicídio, perda de peso acentuado com comprometimento do estado geral, hipopotassemia seguida de arritmia cardíaca.
 
Alguns autores preconizam a prescrição de um plano de alimentação regular. Um diário de alimentação, pensamentos, sentimentos e comportamentos experimentados em cada situação. Este diário deverá ser discutido com o paciente de forma tranqüila e franca.
 
A psicoterapia pode ser de linha cognitiva e/ou comportamental e deve ajudar o paciente no entendimento dos seus aspectos dinâmicos assim como orientá-lo em questões práticas, por exemplo, planejando antecipadamente os horários quanto às atividades e refeições; tentar comer acompanhado; não estocar alimentos em casa; pesars-e apenas na consulta médica, etc.
 
Os antidepressivos têm demonstrado maior eficácia na diminuição dos episódios bulímicos; esses incluem antidepressivos tricíclicos, ou ISRS (inibidores seletivos da recaptação da serotonina), como por exemplo a fluoxetina e a fluvoxamina, mesmo em ausência de depressão coexistente.
 

Continue Lendo

O Que Sucede se não Tratar a Bulimia Nervosa

 
Quando a Bulimia Nervosa não é tratada, pode ter como conseqüências físicas a hipertrofia das parótidas, bradicardia ou arritmia, hérnias, sinal de Russell, câimbras (perda de potássio, magnésio e càlcio), desgaste do esmalte dentário e problemas intestinais.
 
Entre as conseqüências emocionais estão os sintomas de depressão, tristeza, desânimo, tentativas de suicídio e compulsões.
 
As complicações clínicas que podem ocorrer são problemas cardiovasculares (até parada cardíaca), dentárias, esofagites, gastrites e úlceras.
 
São considerados fatores de bom prognóstico de cura da Bulimia nervosa: sintomas leves a moderados, início de tratamento atempado, idade menor no início da doença, motivação do doente para enfrentar tratamento e apoio familiar e de amigos.
 
Continue Lendo

Não adie o diagnóstico da Bulimia Nervosa

 
Muitas vezes, precisamos alguém a nosso lado que nos dê o apoio certo quando decidimos enveredar em direção à solução de um problema. Fale com uma pessoa em que tenha confiança para a acompanhar em seu caminho difícil. Seja forte e tome depois o primeiro passo importante.
 
Para fazer o diagnóstico de Bulimia Nervosa, seu médico vai usar alguns desses critérios como, episódios recorrentes de compulsão periódica, isto é, ingestão, dentro de um curto período de tempo (até 2 horas), de uma quantidade de comida muito maior do que o normal, acompanhada de um sentimento de falta de controle, comportamento compensatório para prevenir ganho de peso (vômitos auto-induzidos, uso de laxantes, diuréticos, enemas, medicações, jejuns, exercícios excessivos).
 
Continue Lendo

Leve a sério os Sinais da Bulimia Nervosa

 
Se conhece alguém que apresente esses sinais abaixo, você pode estar em contato com alguém que sofra de bulimia nervosa. Muitas vezes nos desleixamos e deixamos as doenças progredir, adiando e adiando seu tratamento. Esteja atento a esses sinais:
 
- Emotividade e depressão;
- Alterações de humor;
- Obsessão por dietas;
- Dificuldade de controlo emocional;
- Auto-criticismo severo;
- Auto-estima determinada pelo peso;
- Medo de não conseguir parar de comer voluntariamente;
- Necessidade de aprovação dos outros;
- Obsessão por comida;
- Indisposição depois das refeições;
- Comer às escondidas;
- Uso de clisteres;
- Provocação do vómito;
- Isolamento social;
- Exercício físico em excesso;
- Jejuns prolongados e frequentes.
 
Continue Lendo

Sintomas Reais da Bulimia Nervosa

 
Como se ouviu agora falar da recentemente falecida filha do músico Bob Geldof, que sofria dessa doença, nunca devemos subestimar os sintomas da bulimia nervosa. Devemos dar a uma pessoa que sofra dessa enfermidade toda a atenção possível. Como se podem manifestar esses sintomas, vê aqui nessa lista:
 
- Interrupção da menstruação;
 
- Interesse exagerado por alimentos e desenvolvimento de estranhos rituais alimentares;
 
- Comer em segredo;
 
- Obsessão por exercício físico;
 
- Depressão;
 
- Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos;
 
- Uso de drogas para indução de vômito, evacuação ou diurese;
 
- Alimentação excessiva sem nítido ganho de peso;
 
- Longos períodos de tempo no banheiro para induzir o vômito;
 
- Abuso de drogas e álcool.
 
Continue Lendo

O Que Pode Causar a Bulimia Nervosa

 
A Bulimia Nervosa pode ter múltiplas causas  como socioculturais, psicológias, individuais e familiares, neuroquímicas e genéticas.
 
Por exemplo:
 
- Influência cultural - corpo magro como símbolo de beleza, poder e autocontrole;
 
- Eventos estressantes relacionados com a sexualidade e formação da identidade pessoal;
 
- Alterações de diferentes neurotransmissores, contribuindo para o complexo somático.
 
Continue Lendo

A Bulimia Nervosa Afeta Mais as Mulheres

 
A taxa de prevalência da bulimia nervosa é de 2 a 4% entre mulheres adolescentes e adultas jovens. A grande maioria dos pacientes com bulimia nervosa é do sexo feminino, em proporção de 9:1.
 
O início dos sintomas vai dos últimos anos da adolescência até os 40 anos com idade média de início por volta dos 20 anos. Algumas profissões em particular parecem apresentar maior risco, como é o caso de atletas, modelos e pessoas ligadas à moda em geral, onde o rigor com o controle do peso é maior do que na população geral.
 
Tal como em anorexia nervosa, os aspectos socioculturais condicionam sem dúvida os afetados com bulimia nervosa, já que, em maior parte das vezes, se trata de uma doença mais comum em classes econômicas mais elevadas.
 
Continue Lendo

Os Dois Subtipos de Bulimia Nervosa

 
Na bulimia nervosa, existem dois subtipos:
 
- bulimia de tipo purgativo
 
- bulimia de tipo não purgativo.
 
A bulimia de tipo purgativo se carateriza por uma indução regular do vómito ou abuso de laxantes, diuréticos ou enemas.
 
Por outro lado, a bulimia de tipo não purgativo, ocorre, primeiro quando nenhuma das caraterísticas da bulimia do tipo purgativo ocorre, mas sim, quando o indivíduo fica de jejum e, normalmente, ao mesmo tempo tem uma prática de exercício físico excessivo.
 
Continue Lendo

O Que é a Bulimia Nervosa

 
 A Bulimia nervosa se caracteriza por episódios repetidos de voracidade alimentar, seguido por comportamentos compensatórios inapropriados, tais como o vómito auto-induzido, abuso de laxantes, diuréticos ou outras medicações, jejum, ou exercício físico excessivo. Os alimentos ingeridos nessa ocasião se tratam de alimentos ricos em hidratos de carbono e são ingeridos de uma forma exagerada.
 
A bulimia se baseia igualmente em um ciclo vicioso de compulsão-purgação-restrição, devido a uma auto-avaliação distorcida e negativa do peso e forma do corpo. Durante essa perturbação, os sujeitos são confrontados com sensações audazes de incapacidade, medo, culpa e vergonha.
 
As características fundamentais da Bulimia Nervosa são descritos como períodos de ingestão compulsiva de alimentos e o uso de métodos compensatórios inapropriados para impedir o aumento de peso. A bulimia nervosa se inicia em o final da adolescência ou no inicio da idade adulta.
 
Os episódios de ingestão compulsiva começam, normalmente, durante ou após uma dieta. A evolução desta perturbação poderá ser crônica ou intermitente, isto é, com períodos de remissão alternados com períodos de ingestão compulsiva. No entanto, em caso de seguimento a longo prazo, os sintomas tendem a diminuir. Os momentos de remissão superiores a um ano estão associados a um melhor prognóstico a longo prazo.
 
Na maioria das vezes, o consumo excessivo e descontrolado de alimentos não tem o objetivo de apenas saciar a fome da pessoa, mas também, se encontra associado à função de apaziguar, de ajudar em momentos em que a nível psicológico e emocional o indivíduo não se sente bem.
 
A pessoa com Bulimia tem um comportamento social e atitudes emocionais visíveis perfeitamente normais. Isso quer dizer que não se pode perceber a doença desseas pessoas tão facilmente. O máximo que se pode notar, enquanto não aparece a desnutrição ou outras complicações, é o hábito suspeito de correr para o banheiro depois de comer.
 
Existem duas grandes dificuldades em o tratamento da Bulimia e da Anorexia: a demora em procurar o atendimento médico e a falta de aderência do paciente. Na realidade, a primeira reflete a recusa da família em aceitar a doença e a segunda a recusa do paciente. A recusa da família se deve, principalmente à influência de parentes, leigos que acham tanto a Anorexia como a Bulimia algum simples capricho, uma teimosia ou algo que vai passar.  Enfim... a ignorância também pode matar.
 
Continue Lendo